segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

As palavras não ditas.


Batata da Bia: Reconciliação de mãe e filha.

Nunca brigamos por motivos banais como quando vou dormir tarde ou quando fico extremamente egoísta ou possessiva com alguma coisa.
Eu sempre perco a minha identidade de vez em quando e fico tentando me achar...É justo aí que eu e ela começamos a brigar. Não é briga de tapa na cara e nem de filhas das putas,mas é uma coisa pior e mais forte, algo que me machuca e a corta ferozmente.
Sempre percebi que a culpa era minha e que no fundo eu tinha os meus motivos. Ela sabe que se estou viva e bem até hoje, foi porque ela cuidou e olhou por mim.
Percebi que quando estamos brigando,eu estou brigando comigo mesma porque estou sempre entediada.
Todos os dias fazemos aas pazes em silêncio, mesmo quando não temos nada pra desculpar.
E eu não quero machucá-la, nunca mais.
Flora V.

Minha batata: uma história de amor entre uma fã e um astro de cinema, em poseia.

11 comentários:

Flora disse...

*EM POESIA

Lari Bernardi disse...

*-*

Lindo, Floraa... lindo mesmooo...

;*

Aline Dias disse...

que coisa bonita, florita.

darsh. disse...

vou ali abraçar minha mãe e já volto.

Sonhos Amadores disse...

Hum...olha, eu nem comento muito aqui, mas queria presentear o blog Batata Quente com um selo! É só passar lá no meu blog para pegar... Beijos.

Jéssica V. Amâncio disse...

ah,um dia meu amigo falou que a pior briga é com a mãe da gente, e eu concordo... horrível,sempre me sinto um nada com isso. rs

Larissa Bohnenberger disse...

Lindíssimo texto!
Fiquei emocionada!
Bjs!

bia de barros disse...

mostrou a batata pra ela?

olha, que algumas palavras ditas assim suprem todas as não ditas...

[ps: adorei o Almodóvar! *-*

Anaa Bia ;) disse...

Eu me considero uma pessoa de sorte por não ter problema algum com a minha mãe. Acho que brigar com alguém é terrível, coma mãe então...

beeijo ;*

p.s: novata nos comentários :)

may disse...

brigar é normal, só temos que saber o limites do que devemos falar. Mas mãe é mãe e não há nada que possa acabar com isso!

Marielle Rulbone disse...

gostei desse post!